Revista Feed-se

12 04 2008

Olá,

Todos achavam que a revista Feed-se era uma das pegadinhas do dia 1º de abril, mas não era e o download da edição piloto, que eu já fiz, pode ser realizado aqui. Vi essa notícia no blog BrPoint.

Vejam a lista dos idealizadores da revista:

Parabéns a todos. A revista é muito interessante. Achei muito legal essa idéia.

Ana Vale





Câmeras digitais bizarras

8 02 2008

Olá,

Passeando pelo site IDG Now! encontrei uma lista bem legal sobre 11 câmeras digitais bem diferentes. Confira abaixo:

Seria um isqueiro?

Se você precisar fotografar um flagrante ou simplesmente não quiser demonstrar que está registrando um fato, a discretíssima câmera-isqueiro é a indicação. A “Zippo” tem memória interna de 64 MB, que armazena até 100 imagens e funciona com uma pilha AAA.

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Tipos de CD e DVD

23 01 2008

Olá,

Passeando pela web encontrei uma coisa bem interessante. Muitas vezes temos dúvidas sobre alguns tipos de CD e DVD e aí resolvi colocar aqui algumas dicas que achei no site SuperDownloads. A matéria é um pouco antiga, mas explica muito bem. Confiram:

“Essa matéria irá mostrar algumas diferenças entre as nomenclaturas das mídias de CD e DVD à venda hoje no mercado. Veja as diferenças e compatibilidades na tabela abaixo.

As denominações “-” e “+” nos DVD-R, DVD+R, DVD-RW e DVD+ significam o padrão do DVD. O DVD-R segue os padrões do DVD Fórum (http://www.dvdforum.com/forum.shtml), já o DVD+R segue os padrões do DVD+RW Alliance (http://www.dvdrw.com). Para o usuário final, essas diferenças de padrão não têm tanta influência, mas acredita-se que um DVD no formato “+” tenha uma arquitetura melhor.

A única diferença que afeta o usuário final é que existem drives de DVD que lêem discos no formato “-” mas não o formato “+”. Os drives de DVD atuais geralmente possuem suporte aos dois formatos, mas ainda existem drives que apenas lêem o formato “-”.

Single e Dual Layer
Normalmente os DVDs possuem apenas uma camada reflexiva, esse tipo de disco é chamado de Single Layer ou DVD-5.

1: Rótulo do CD
2: Camada de policarbonato, um termoplástico usado para moldar CDs e DVDs. Ele é usado por possuir as propriedades óticas e mecânicas necessárias.
3: Camada de união entre duas faces
4: Camada reflexiva onde os dados são armazenados

Tanto o DVD-R(W), +R(W) e -RAM possuem outras versões chamadas de Dual Layer (DL). O Dual Layer é um outro modo de produção de DVDs onde o disco possui mais de uma camada reflexiva (ou gravável), isso aumenta bastante o tamanho de armazenamento de um DVD.

Tipos de Dual Layer
Existem também diferentes tipos de Dual Layer que são chamados de DVD-9, DVD-10, DVD-14 e DVD-18.

  • DVD-9: Possui duas camadas e um lado, o outro lado é a impressão do fabricante. Sua capacidade é de 8.5 GB.

    1: Rótulo do CD
    2: Camada de policarbonato, um termoplástico usado para moldar CDs e DVDs. Ele é usado por possuir as propriedades óticas e mecânicas necessárias.
    3: Camada reflexiva onde os dados são armazenados
    4: Camada de união entre duas faces
    5: Camada semi-reflexiva onde os dados são armazenados

  • DVD-10: Possui uma face de gravação para cada lado e uma camada por face, ou seja, o DVD não possui nenhuma imagem impressa em sua superfície. Sua capacidade é de 9.4 GB.

    1: Camada de policarbonato, um termoplástico usado para moldar CDs e DVDs. Ele é usado por possuir as propriedades óticas e mecânicas necessárias.
    2: Camada reflexiva onde os dados são armazenados
    3: Camada de união entre duas faces
    4: Camada semi-reflexiva onde os dados são armazenados

 

Outros tipos (menos conhecidos) de DVD Dual Layer

  • DVD-14: Possui duas faces, uma com duas camadas e a outra com apenas uma. Este DVD também não possui nenhuma imagem impressa na superfície. Sua capacidade é de 13.2 GB.
  • DVD-18: Possui duas faces e duas camadas. Sua capacidade é de 17.1 GB.”

Por Redação do SuperDownloads em 10/Jul/2006.

Fonte: Superdownloads





Principais fatos da tecnologia ocorridos em 2007

26 12 2007

Olá,

Passeando pelo site Folha Online, achei vários fatos da tecnologia ocorridos em 2007. No site da Folha há vários acontecimentos, mas aqui destacarei os principais e os que acho que vale a pena relembrar. Vejam:

30 de janeiro

Microsoft lançou em todo o mundo o seu novo sistema operacional, o Windows Vista. O pacote custa de R$ 499 a R$ 989, dependendo da versão. A empresa o anunciou como o mais seguro de todos os tempos, mas foram só dois meses entre o lançamento e a descoberta de um programa eficaz para engabelar o mecanismo antipirataria do sistema.

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Web 3.0, 2.0, 1.0? Você sabe o que isso significa?

4 11 2007

Olá,

Uma vez eu estava me perguntando o que seria esse negócio de web 3.0? Procurando na Internet encontrei este texto de Daniel Monteiro falando sobre as webs. Eu li e achei muito legal e agora você pode ler:

“Outro dia estava lendo sobre a Web 3.0. É sim! Web 3.0. Já é assunto nas páginas dos jornais e nos BLOGs mais antenados. Uns falando bem, outros nem tanto…

Em linhas gerais, definimos a Web 3.0, como a Web semântica, a Web que passa a dar sentido aos dados. Sistemas que conseguirão não só apresentar o dado ou informação, mas dar contexto a esse dado.

Imagine que o Google respondesse, precisamente, a seguinte questão: “preciso da configuração de um computador para jogos e edição de imagens?” Para isso, seria necessário que o Google, ou qualquer outro sistema, além de conhecer as configurações possíveis para micros, soubesse para que serve e qual a melhor aplicação de cada uma delas.

Para essa situação acontecer, é fundamental a criação de um segundo nível de informação, ou seja, a criação de dados que descrevem dados, ou os metadados.

Em curtas palavras: sistemas mais inteligentes e dados que descrevem dados, essa é a Web 3.0.

Minhas leituras me puseram a refletir. Tudo isso aí é muito bacana. Para o pessoal dos conceitos é um prato cheio. Para os técnicos e desenvolvedores é um interessante (mais programação e modelos de dados e sistema, na verdade, conseqüência). Mas… E para as pessoas? O que isso significa? Qual a relevância? Como elas vão lidar com isso?

Hoje, existe a Web 2.0. O grande salto, aqui, foi o surgimento da possibilidade de “todos” produzirem conteúdo, de forma colaborativa ou não, de forma relacionada ou não. Mas, será que “todos” conseguem fazer isso? Será que as pessoas reconhecem essa possibilidade? Será que as pessoas sabem usar essa possibilidade? Pra mim, a resposta é não!

Falamos muito em Web 2.0, 3.0, x.0, seja qual for. Mas, ninguém lembra de ensinar o que é isso e de como utilizar esses recursos. Tudo bem, que Orkut e cia viraram uma explosão. O Gmail desbancou muitos outros. A Wikipedia surge com força. Mas, de verdade, as pessoas mais “comuns”, apenas usuárias da Web, continuam apenas usuárias da Web. Entram e usam seu e-mail, tenha AJAX ou não (vejo até muitos reclamando dos novos webmails). Acessam e usam o Orkut, sem fazer idéia dessa tal (re)evolução da Web 2.0 e consultam a Wikipedia como um site, um site de leitura ou, no máximo, um site de pesquisa.

As pessoas não sabem “produzir o tal conteúdo”. Têm medo de modificar um artigo na Wikipedia, não querem escrever besteira. Por outro lado, expõe-se desnecessariamente no Orkut e até em seus BLOGs. Não fazem idéia da possibilidade de alcance das suas “publicações”. Só vejo as pessoas usando a Web, simplesmente usando, na maioria das vezes de forma equivocada e pouco produtiva, seja ela de qual número for.

É muito importante, começarmos a pensar em como ensinar as pessoas, usuários comuns, a utilizarem de forma eficiente, coerente e ética todas essas ferramentas e possibilidades. Temos que descobrir como dar sentido a toda essa profusão tecnológica. Nesse aspecto, as escolas podem e devem ser um desses caminhos.

Antes de criarmos os metadados da Web 3.0, dos sistemas, das inteligências artificiais, vamos nos preocupar com os nossos “metadados”, com a semântica disso tudo para nós mesmos.

Daniel Monteiro

Fonte: Wikirus